Continuámos a ler o conto de
“O fato novo do sultão”, de Guerra Junqueiro.
Entre a esperteza dos falsos
tecelões, as mentiras dos representantes do sultão e do próprio sultão, que se
sente enganado, mas que prefere acreditar na sua inteligência, os tecelões vão
esvaziando os cofres do sultão e este aguarda com espetativa a estreia do
famoso fato.
Estamos na véspera do dia
aprazado. Como será o magnífico, o encantador, o admirável fato novo do sultão?
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