Quem sou eu?
De uma forma descontraída,
iniciámos a aula de matemática, devendo os alunos imaginar um sólido geométrico
e, partindo de algumas pistas, um dos alunos orientava um colega a adivinhar
qual era o nome do sólido a que as pistas que iam sendo enunciadas conduziam.
O que nos parecia fácil, não
o foi, e para colmatar esta falha procurámos dotar os alunos de uma linguagem
mais específica; assim, demos as noções de face, aresta e vértice.
Da próxima vez, os alunos
intervenientes vão certamente ser muito mais eficientes.
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